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Participação Política e Representatividade: A Voz da Inclusão nos Espaços de Poder


O engajamento na política e a representação autêntica são pilares fundamentais para que as vontades e as carências das pessoas com deficiência não só sejam consideradas, mas se transformem em ações governamentais e escolhas que constroem o mundo. Quem mais adequado para criar leis sobre facilidade de acesso, ensino para todos ou direitos no emprego do que alguém que enfrenta essas situações no dia a dia? A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), Lei nº 13.146/2015, valoriza esse direito, garantindo, por exemplo, o voto facilitado com locais de votação adaptados e o auxílio necessário a eleitores com deficiência.



Mesmo com esse progresso, o número de pessoas com deficiência em cargos de eleição – seja no poder legislativo ou no poder executivo – e em funções de decisão em órgãos públicos e privados ainda é muito pequeno. Essa baixa representação é um problema sério, já que a falta de opiniões de PcD nos ambientes de poder mantém a criação de ações "para" a pessoa com deficiência, ao invés de ações "com" a pessoa com deficiência, levando a saídas que podem ser ruins, ineficientes ou até excludentes.


É essencial que todos trabalhem juntos para estimular e amparar a participação ativa de pessoas com deficiência na vida política. Isso engloba projetos de capacitação para líderes, o fim de ideias preconceituosas e comportamentos que ainda existem na política, e a garantia de facilidade de acesso nas campanhas e nos locais de trabalho dos parlamentares. A representação é mais que um número; é um sinal de força, uma inspiração e, principalmente, um jeito essencial de trazer um olhar único e vital para a criação de leis e ações que mostrem a beleza da diversidade humana. Quando pessoas com deficiência ocupam seus lugares na política, toda a sociedade segue para um futuro mais justo e equitativo.

 
 
 

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